sábado, 25 de junho de 2016

Playlist: me apaixonei por James Bay

Confesso que estava bem desligada do mundo da música ultimamente, andava muito mais na literatura e no mundo do cinema e acabei deixando passar a chance de conhecer esse cara antes. Como pude fazer isso? Escutei "Need The Sun To Break" por um acaso nos recomendados e sem querer me vi perdidamente apaixonada por essa voz incrível, esse estilo e música que me conquistou num só segundo e por essa personalidade demais. James Michael Bay é um cantor e compositor inglês e seus maiores singles são "Hold Back The River" (outra música incrível), "Let It Go" e "Scars" (minha preferida na versão acústica). O fato é que não como não se apaixonar por essa pessoinha, sou doida pelas versões acústicas das músicas, mas mesmo assim não deixo de amar as originais. 



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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Ela não é a garota certa, mas é aquela que você quer

Por mil motivos ela parece não ser a pessoa mais correta para se ter ao seu lado, talvez ela não compreenda bem o seu modo de  viver ou não se encaixe no momento em que vem passando. Talvez as peças no quebra-cabeça não tenham sido exatamente recortadas para se encaixarem perfeitamente entre vocês. Ela não é certa para você e por saber tão bem disso parece a desejar cada vez mais. Talvez seu estilo de vida jamais se assemelhe ao dela e, quem sabe, possa mesmo nem dar certo no final. Você sabe, ela não é a garota certa, mas é aquela que você quer a todo custo. Não há como negar!

Você a quer pois aquele sorriso doce faz seu dia ficar mais leve, porque dentro do abraço dela você não se importaria com o tempo passando mesmo por mil anos. Você a quer para sempre ali, aconchegada no calor do teus braços, não a deixaria ir embora se estivesse tão perto, perderia a noção do mundo ao tê-la tão próxima. A quer porque o planeta parece parar de girar, sair de órbita, as estrelas parecem cantar para vocês e você não se importa com mais nada, só com os olhos dela brilhando ao se deparar com os seus. 

Ela não é a garota certa para você porque você tem medo de ir mais longe, tem receio de estragar tudo e jogar fora seus princípios. Tem medo de fazer dar certo no momento errado, mas sabe que ela tem uma mania doce de achar que tudo conspira à favor e é dessa dose de loucura que você se afasta. Dessa dose de esperança no amanhã que você tem receio, ela pensa na possibilidade das coisas fazendo acontecer e você foge sem nem tentar com que aconteça.

Talvez ela realmente não viva dentro dos seus padrões, mas você mesmo sabe que as pessoas são adaptáveis e tem medo que ela se adapte a você ou que aos poucos você se deixe levar pelo lado descontraído dela. Talvez ela não seja mesmo tudo aquilo que pretende, mas da forma errada ela ainda parece ser certa sem querer. Não é ela que você precisa na sua vida, mas é, sem dúvida, ela que você quer. E talvez seja justamente por isso que você prefere fugir a encarar tudo frente a frente.

Talvez nenhuma outra vá te entender como ela entende, vá aceitar o teu jeito diferente de encarar as situações. Talvez nenhuma outra vá discutir sobre sua própria opinião com tanta certeza que te fará pensar, por um minuto, um pouco diferente daquilo que acredita. Você sabe que ela é o tipo que te levaria a cometer loucuras, a errar de vez em quando, mas também é a única que te manteria na linha. Ela não é, nem de perto, a garota certa, mas com toda a certeza e sem dúvida alguma é a aquela que você mais quer. 

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Leio ou não?: Alucinadamente Feliz - Jenny Lawson

Autor: Jenny Lawson
Editora: Intrínseca
Gênero: Auto-ajuda/autobiografia
Páginas: 349 páginas.
Nota: ✰✰✰✰

Quando coloquei os olhos no livro de Jenny Lawson pensei que fosse apenas mais uma história ficcional sobre uma personalidade totalmente excêntrica e tão fora da casinha que daria vontade de colocar numa redoma de vidro e guardar na estante. Porém, eis que não chuto muito longe e descubro que, na verdade, o livro se trata de uma autobiografia da própria autora e que continuo com a ideia da redoma de vidro. Não tem como não se apaixonar pelas loucuras dessa mulher, é impossível, repito: impossível não querer conhecer de perto quem escreveu suas próprias lembranças únicas e memoráveis. Confesso que quando vi que era uma "biografia", já me surgiu aquela má vontade de continuar (porque não sou fã de biografias de quem não conheço ou adoro muito), mas ao ler o primeiro capítulo eu vi que fui levada para um caminho que não conseguiria sair até não finalizar. 

"Em outras palavras, pare de se julgar usando como base as pessoas perfeitas. Evite as pessoas perfeitas. Elas são uma fraude. Ou tente conhecê-las o bastante para perceber que, no fim das contas, elas não são tão perfeitas."
Jenny conta suas maluquices ao longo de todos os capítulos, cada um com uma essência diferente e nada, mas nada mesmo previsível (talvez seja porque algumas/todas essas coisas só aconteçam com ela). Conhecemos parte de sua vida lidando com a depressão, transtorno de ansiedade e outras doenças psicológicas, mas tudo com o máximo de humor envolvido (o que parece ser deboche, porém não é, é apenas uma forma alucinadamente feliz de encarar os problemas). Fatos como um pai taxidermista que envia girafas pela metade de presente para a filha, guaxinins empalhados com sorrisos enormes estampados, um marido que faz o impossível para entender a esposa, cisnes assassinos ou coalas que se recusam a tirar fotos com alguém vestida de coala da cabeça aos pés são alguns dos que marcam presença pelas páginas do livro.
"E, bem, talvez não... mas acho que é assim que o amor funciona. Às vezes significa limpar a sujeira que você não fez, ou dirigir até o aeroporto três vezes na mesma semana para pegar quem se ama, ou até ursos inesperados e possíveis girafas de surpresa. É provável que os últimos exemplos não sejam para a maioria das pessoas. Porém, no fim das contas, não somos como a maioria."
Com uma capa encantadora (parabéns Intrínseca) e um interior todinho trabalhado para fazer a gente não só suspirar nas histórias doidas da autora, mas também com a beleza do livro é realmente muito difícil não se apaixonar por essa obra. Não tenho como dar um breve resumo da história, mas digo, sem spoilers, que Jenny começou um projeto no seu blog alegando que seria Alucinadamente Feliz dali em diante e seu projeto acabou viralizando e entrou no meu coração também. Com essa iniciativa ela resolveu que compartilhar dos seus momentos, eu diria, épicos seria uma forma legal de mostrar como tentar se curar de transtornos psicológicos de uma forma criativa. Desculpa sociedade, posso não ter nenhuma doença crônica relacionada ao meu psicológico (ou talvez só ache que não tenho), mas daqui para frente, também vou ser alucinadamente feliz. 

 Sinopse (via Skoob)
Jenny Lawson está longe de ser uma pessoa comum. Ela mesma se considera colecionadora de transtornos mentais, já que é uma depressiva altamente funcional com transtorno de ansiedade grave, depressão clínica moderada, distúrbio de automutilação brando, transtorno de personalidade esquiva e um ocasional transtorno de despersonalização, além de tricotilomania (que é a compulsão de arrancar os cabelos). Por essa perspectiva, sua vida pode parecer um fardo insustentável. Mas não é. Após receber a notícia da morte prematura de mais um amigo, Jenny decide não se deixar levar pela depressão e revidar com intensidade, lutando para ser alucinadamente feliz. Mesmo ciente de que às vezes pode acabar uma semana inteira sem energia para levantar da cama, ela resolve que criará para si o maior número possível de experiências hilárias e ridículas a fim de encontrar o caminho de volta à sanidade. É por meio das situações mais inusitadas que a autora consegue encarar seus transtornos de forma direta e franca, levando o leitor a refletir sobre como a sociedade lida com os distúrbios mentais e aqueles que sofrem deles, sem nunca perder o senso de humor. Jenny parte do princípio de que ninguém deveria ter vergonha de assumir uma crise de ansiedade, ninguém deveria menosprezar o sofrimento alheio por ele ser psicológico, e não físico. Ao contrário, é justamente por abraçar esse lado mais sombrio da vida que se torna possível experimentar, com igual intensidade, não só a dor, mas a alegria.
Trecho do livro:
     "[...] Tive uma vida muito estranha e esquisita, com mais altos e baixos que uma mulher comum poderia tentar matar com uma cajadada. (O que seria estranho, porque, na minha experiência pessoal, mulheres comuns raramente usam cajados para enfrentar qualquer coisa. mulheres estranhas costumam usar um cajado para enfrentar moinhos de vento, pumas e arbustos que pensaram que eram pumas porque tinham tomado amaretto demais.)
      Quando penso na minha vida, vejo pontos altos de felicidade, mas também os pontos baixos, em que precisei me convencer de que o suicídio não era a solução. E, entre uma coisa e outra, vejo minha vida. Vejo que a tristeza e a tragédia tornaram a euforia e o delicioso êxtase muito mais doces. Vejo que esticar minha alma para sentir cada centímetro da terrível depressão me deu muito mais espaço para crescer e saborear a beleza da vida que outras pessoas talvez nunca apreciem. Vejo que há poeira no ar, que acabará caindo no chão e sendo varrida para fora da casa como algo indesejado, mas antes disso, por um momento brilhante, vejo as partículas de poeira iluminadas pelo sol, brilhando e dançando como poeira das estrelas. Vejo o princípio e o fim de todas as coisas. Vejo minha vida. Ela é belamente feia e manchada bem do jeito que deveria ser. Ela brilha com detritos. Há encantamento e alegria nas coisas mais simples. Minha mãe estava certa.
        Tudo depende do seu ponto de vista."

sexta-feira, 17 de junho de 2016

6 metas para cumprir até o fim do ano

***Antes de mais nada (não faço a mínima ideia de como isso deveria soar, mas...) quero pedir desculpas pelas teias de aranha se acumulando no blog, estou meio distante e não é por pensar em abandonar esse cantinho, nem por ter mil afazeres... É porque minha vida anda igual um novelo de lã nas patas de um gatinho rebelde. Exato, está tudo uma confusão sem tamanho que não estou sabendo muito bem como lidar. Sei que vocês não tem culpa, mas com o tempo vou aumentando minha frequência por aqui, os posts podem demorar, mas virão. E quando não tiver algo por aqui vou estar postando pelo menos quatro textos por mês nos outros blogs onde sou colunista (Superela e O Amor é Brega), então, não deixe de acompanhar a fanpage do blog, que tento estar sempre por lá avisando sobre tudo, ok?***
Agora vamos ao post que é o que interessa. Pensando nesse fato de vida tumultuada comecei a analisar os "porquê's" de minha auto-estima estar tão lá em baixo e todas essas parafernalhas. Passei por uma enxurrada de coisas ruins esse ano, mas sei que poderia ser tudo muito pior, e adivinhem só? Sim, muitas das coisas ruins são consequências dos meus atos passados. Pois bem, pensando nisso resolvi que todas aquelas metas que já coloquei na minha vida no início do ano vão se modificar a "metas para me colocar nos eixos", então bora conferir quais são as 6 metas possíveis para os 6 meses restantes no ano?

1. Emagrecer a enxurrada de gordura que recoloquei para dentro.
Vamos deixar claro um negócio por aqui, ano passado quem acompanhou o blog sabe que estava num processo de emagrecimento e tudo o mais... perdi 15 kg, dos quais engordei novamente 10 kg. Certo, mas por que diabos isso aconteceu? Aconteceu porque fui idiota, simples. Sou uma pessoa que não para quieta, sempre quer tentar algo novo ou estar entretida e seguindo essa onda comecei a fazer mil exercícios físicos e ao contrário do indicado pela nutricionista ingeri quase nada de comida. Ou seja, estava vivendo de vento e me matando em atividades físicas. Eis que vem o problema e me diz "Querida, já que teimou tanto e fez tudo errado arque com suas consequências e aceite seu peso de volta porque não poderá fazer exercícios e terá que comer bem novamente". Ou seja, adeus dieta, adeus exercícios físicos, adeus corpo magrinho. Tive um montão de complicações no estômago, cólicas que mais pareciam bebês dinossauros me triturando por dentro e todo aquele resto decorrente da palavra monstro para mim: anorexia nervosa. Pois é, bem vindas ao mundo daquela que entrou no meio dessa doença, se prejudicou e nem percebeu que estava doente. 

Pois bem, vamos à meta: recuperei o peso, maior parte em gordura, o que não é bom para saúde e para minha auto-estima extremamente baixa. Quero perder peso, sim, já posso voltar a fazer atividades físicas e seguir dietas receitadas por minha nutricionista para emagrecer. Depois de 3 meses tomando inúmeros remédios para reconstruir meu organismo, cá estou, de volta ao ponto onde parei e indo de maneira saudável rumo a perder meus 10 kg adquiridos, que já não são mais 10 kg e sim 8 kg. Quero realmente ficar feliz com meu espelho, de novo. (Meu objetivo: 54 kg)

2. Terminar de escrever meu livro.
Quem me acompanha também sabe sobre essa minha vontade enorme de ser escritora. Já comecei uns 10 livros, elaborei tudinho, desde personagem à cenários e no fim acabo "esquecendo de continuar", talvez isso tenha outro nome para você, como: procastinar. Sim, sou um bicho-preguiça em relação a isso, vivo achando desculpa esfarrapada do tipo: "hoje não tenho ideias", "meu bloqueio criativo não deixa", "amanhã eu tenho mais tempo"... e por aí vai. Porém estou muito, mas muito entusiasmada com uma história que se revelou na minha mente quando estava morando em São Paulo e preciso, com urgência, terminar de escrever logo. Também preciso baixar a cabeça, confiar mais em mim, aceitar os elogios sinceros das pessoas que me empurram para frente nesse sonho e muitas outras coisas em relação a isso. Mas deixa para outras metas futuras, né? 

3. Parar de deixar tudo para depois.
Sabe os 7 pecados capitais? Então, o meu é "preguiça", sem sombra de dúvida. Sobre fazer a dieta e voltar a emgrecer minha fala mais comum é "amanhã eu faço direito". Sobre meu livro que não sai do lugar a frase comum é "to com sono, amanhã trabalho em cima". Pois bem, tudo gira em torno do "amanhã". Talvez "o amanhã" para mim seja o dia internacional da mentira do vou fazer dar certo. Preciso, urgentemente, me policiar com isso. Como eu odeio procastinar e mais ainda não conseguir fazer nada para mudar.

4. Fazer mais coisas loucas.
Sim, é exatamente isso que você acabou de ler. Ano passado foi um ano do qual eu estava num pique para experimentar tudo de novo que a vida podia me oferecer. Fui lá e experimentei, sai sorrindo e orgulhosa por sentir a vida em sua totalidade, porém esse ano o ritmo desceu tanto que esqueci quando é que foi a última vez que fiz algo pela primeira vez. Quero sair dessa monotonia, dessa rotina que tá um saco, já anda tudo mais chato que propaganda política. 

5. Fazer a carteira de motorista e/ou comprar meu fusca (deuso dos meus sonhos)
Observação: a menina que vos escreve nasceu com neurônios à menos, nem se preocupem. Quero um fusca vermelho, quero fazer ele conversível e quero que seja o carro da minha vida, mesmo com seu barulho irritante e seus inúmeros desconfortos - lê se eu explodindo unicórnios coloridos pelos olhos de emoção -. Enfim, já estou com 19 aninhos e tá mais que na hora de parar de depender do papis para ir para lá e para cá. 

6. Voltar a dançar. 
Não me julguem, parei de dançar com toda aquela história de não poder mais fazer exercícios físicos e por fim meio que me puni assim: "Enquanto você não perder metade dessa gordura idiota que adquiriu, você não vai entrar num collant para se sentir mal na frente de mil espelhos enquanto ensaia. Mesmo que ame o ballet e chore de saudade só de ver o perfil da professora no face". É, já chorei mesmo. Porém, sou muito rígida comigo mesma e estou na luta de que um objetivo leva o outro. Se eu não for assim com toda a certeza do mundo acabo comprovando a teoria da evolução de Darwin e viro definitivamente um bichinho-preguiça. Talvez a vida pendurada nas árvores e dormindo até dizer chega seja muito mais fácil, mas só talvez

segunda-feira, 6 de junho de 2016

5 escritores que me inspiram

Quem acompanha o blog já sabe desse meu sonho enorme de me tornar escritora... Todo artista tem uma inspiração, escritores não seriam diferente. Confesso que muitos dos escritores que gosto ler não são os mesmos que de alguma forma me inspiram, e é desses dedicados autores que vou falar no post de hoje. Alguma coisa em sua narrativa chama minha atenção e é nisso que paro para prestar atenção quando vejo um desses cinco nomes da literatura para que, de alguma forma, eu também cresça como escritora.

1. Carlos Ruiz Zafón
Desde que li Marina, em 2013, virei fã da escrita do autor! Já li quatro dos livros dele e tenho a coleção completa na estante esperando para ser lida em breve. Muitos que leem os livros do autor e conhecem meus escritos dizem que escrevo muito parecido com o Zafón. O que, de fato, é um elogio e tanto para mim e o bom é que dá para ver algumas semelhanças na escrita e mesmo assim saber que tenho as minhas características ainda marcantes dentro do que escrevo. Minha principal inspiração no escritor é em como ele narra os fatos, deixa os suspenses e desenrola a história de uma forma única que prende o leitor e cativa desde a primeira frase.

2. Neil Gaiman
Neil Gaiman é o cara que me conquistou desde a primeira vez, li um único livro seu que é O Oceano No Fim do Caminho, mas apelo por comprar toda coleção de livros publicados. Eu releria a obra mil vezes e não conseguiria compreender o que poderia estar se passando na cabeça do autor naquele momento de criatividade. Sinceramente, não acho alguém que saiba lidar melhor com um suspense ficcional e misturar fantasia, e é isso que admiro. 

3. Jostein Gaarder
Outro autor que apenas consegui ler um só livro e que de fato foi o mais famoso dele, O Mundo de Sofia. Agradeço até hoje ao meu professor de filosofia por ter me apresentado essa obra tão incrível e esse autor espetacular. Jostein escreve para um publico juvenil e é essa "doçura" ou "inocência" indicada ao jovem e a controvérsia que é a história forte por trás da trama que me chamam atenção. Há uma mistura equilibrada no ponto entre a história leve no roteiro do livro e a história real da filosofia que é o que Jostein quer passar ao leitor como ensinamento. 

4. Lucinda Riley
Pulando o fato de suspenses, ficções e temas de conhecimento, vamos à romances. Os romances são o gênero que escolhi de fato e não poderia deixar de falar de uma das mulheres que me encantaram à primeira vista com uma narrativa lotada de um trabalho duro muito bem feito. Foi assim com A Casa das Orquídeas, o modo como Lucinda Riley monta suas tramas me chama atenção, ela basicamente sempre usa mais de uma geração e garanto que tem muito trabalho com tudo isso para que se encaixe perfeitamente na imaginação da autora. Admiro muito a forma como ela desenvolve seus personagens e suas histórias tão cheias de coisas para contar que é impossível não ter que reler a mesma obra para compreender todo o universo que se passava na cabeça da escritora.

5. Nicholas Sparks
Falar de romance e não falar de Nicholas Sparks foge as questões da literatura moderna, pois bem, o bom romancista da época também não fica longe das minhas inspirações e está inclusive na lista por causa de suas cenas tão bem montadas. Sparks parece pensar muito nas cenas especiais que farão parte do romance, não digo que se preocupe tanto com montagem de personagens, ele parece deixar eles agirem mais por si e nos colocar na cena como observadores de seus atos. Isso é algo que chama minha atenção, pois uma cena pode roubar qualquer coração e deve ser por essas milhares de cenas que os livros de Nicholas andam aquecidos no coração de muitos leitores.
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